Conheça os 4 principais tipos de endoscopia
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Conheça os 4 principais tipos de endoscopia

Por |2019-08-20T09:50:59+00:0020/08/2019|Sem Categoria|0 comentários

Quem atua na área da saúde já ouviu falar na famosa endoscopia, um exame utilizado para que o médico consiga identificar a parte interior do corpo do paciente. Em um primeiro momento, o procedimento era usado somente em áreas como o esôfago, estômago e cólon.

Porém, o tempo passou e os especialistas sentiram a necessidade de aplicá-lo em outras áreas do corpo humano. Foi então que desenvolveram diferentes tipos de endoscopia.

Esse é o caso da broncoscopia, cistoscopia, colonoscopia e gastroscopia. Mas, você sabe como são realizadas e qual a finalidade dessas técnicas? Continue a leitura deste artigo para saber mais sobre esses 4 principais tipos de endoscopia.

1. Broncoscopia

Esse exame é exclusivo para analisar com detalhes toda a região da traqueia, dos brônquios e uma parte dos pulmões. O procedimento é realizado de maneira simples: com a introdução do broncoscópio na boca ou no nariz.

Esse equipamento, bastante flexível, apresenta, em sua extremidade, uma fonte de luz e uma minúscula câmera para que o profissional consiga ter uma visualização melhor e guiar o tubo durante o processo.

O médico pode solicitar a broncoscopia em diferentes situações — tudo dependerá do tipo de queixa ou quadro clínico do paciente. Na maioria dos casos, a técnica é solicitada quando:

  • o indivíduo expele sangue pelas vias respiratórias;
  • há alteração no exame de radiografia;
  • há tosse frequente sem causa aparente;
  • há suspeita de tuberculose;
  • ou outras infecções pulmonares, como a bronquite ou a bronquilite.

2. Cistoscopia

Constantemente indicada por um urologista, a cistoscopia é um exame no qual é inserido um cistoscópio na região da uretra. Uma vez introduzido o equipamento, o especialista injeta uma determinada quantidade de soro fisiológico para que a bexiga seja expandida e, com isso, haja uma visualização melhor do órgão.

Caso exista qualquer alteração no local, será necessário fazer uma biópsia — removendo parte do tecido e, posteriormente, encaminhando o material para um laboratório capacitado em análise.

O procedimento tem a finalidade de auxiliar no diagnóstico de uma série de complicações. Esse é o caso de inflamações ou cálculos, tumores, alterações no trato urinário, endometriose ou infecções urinárias.

3. Colonoscopia

A colonoscopia é mais um dos tipos de endoscopia feitos na atualidade. A princípio, o procedimento pode ser sinônimo de vergonha para boa parte dos pacientes, no entanto, a sua realização é importantíssima e capaz de contornar diversas doenças graves — e o câncer de cólon é uma delas.

Em um panorama geral, a técnica serve para que o médico confira como está a região interna do cólon do paciente. Para tanto, é utilizado o famoso colonoscópio, uma sonda flexível similar ao broncoscópio que apresenta uma pequena câmera em sua ponta. Esse equipamento é inserido no ânus do paciente e direcionado até o intestino delgado.

Dessa maneira, é possível checar se há qualquer alteração no local. Em situações suspeitas, é realizada uma biópsia da mucosa para que um laboratório de patologia consiga prosseguir com a análise do material. O exame é capaz de identificar variadas condições, que vão desde pólipos e inflamações a úlceras, tumores e lesões.

4. Gastroscopia

A gastroscopia nada mais é do que a popular endoscopia, que serve para avaliar os órgãos do sistema digestivo, como o esôfago, estômago e duodeno. O exame é baseado na introdução do endoscópio através da boca do indivíduo.

Esse equipamento, que possui uma microcâmera, deverá seguir pelo esôfago até a parte do estômago, permitindo que o médico consiga ter uma ampla visualização de todos os órgãos. Em alguns casos, também é possível analisar o duodeno, que diz respeito ao início do intestino delgado.

A gastroscopia é recomendada quando o especialista suspeita de alterações nas regiões citadas. Isso acontece entre os pacientes que apresentam dificuldade para engolir, sofrem com dores abdominais e por aí em diante. Fora isso, o procedimento também reserve para contornar outras situações, como:

  • realizar a reparação de úlceras ou veias;
  • ajudar o paciente a se alimentar;
  • remover pólipos e tumores benignos em fase inicial;
  • proporcionar a dilatação do estômago, em caso de obstrução.

Para o conforto do paciente, todos os exames de endoscopia são feitos com sedação. Há também algumas recomendações que ajudam na obtenção de melhores resultados, como permanecer em jejum absoluto de 12 horas antes do exame e não ingerir medicamentos, principalmente os antiácidos e anticoagulantes.

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