Conheça os tipos de cuidados paliativos e como se especializar na área
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Conheça os tipos de cuidados paliativos e como se especializar nessa área

Por |2019-07-19T09:42:08+00:0019/07/2019|Sem Categoria|0 comentários

Os cuidados paliativos são aqueles ofertados a pacientes que não reúnem mais possibilidades terapêuticas. Qualquer pessoa que tenha alguma doença ou sequela, proveniente de algum mal incurável, esteja ou não em estado terminal, pode fazer jus a um dos tipos de cuidados paliativos.

A ideia dessa abordagem é garantir a dignidade e mais qualidade de vida aos pacientes e familiares por meio do alívio da dor e controle do desconforto. Até o momento derradeiro na vida do paciente. Quer entender mais sobre o assunto? Veja como se especializar na área e descubra os diversos tipos de cuidados paliativos.

Entenda mais sobre os tipos de cuidados paliativos

Há vários perfis de pessoas que carecem desse tipo de cuidado. O mais comum é o paciente oncológico em estado terminal. No entanto, aqueles que sofrem de sequelas de AVC, tuberculose e outras doenças que deixem o paciente restrito ao leito ou de alguma forma impossibilitado de realizar suas funções básicas, também podem usufruir desses cuidados.

O importante é que fique claro que os cuidados paliativos não consistem em tratamentos. Eles atuam como retaguarda dos sistemas tradicionais, oferecendo dignidade e qualidade de vida aos pacientes que não podem mais ser tratados.

Há vários tipos de cuidados paliativos. Tudo vai depender do perfil do paciente e do grau de comprometimento das suas funções, assim como das possibilidades da família. Continue lendo e conheça mais a fundo alguns cuidados paliativos.

O cuidado hospitalar

A internação em um hospital de cuidados prolongados geralmente é indicada para os pacientes em estado terminal ou que demandem cuidados intensos de terceiros, como os acamados e pacientes desorientados. Geralmente, essas unidades operam em conjunto com outros hospitais e oferecem uma equipe multidisciplinar capaz de tratar do paciente em sua totalidade, incluindo a assistência para a família.

Assim, desde o ingresso do paciente até sua saída da unidade, ele e seus familiares são auxiliados por psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais treinados para garantir maior conforto em um momento tão difícil.

A internação domiciliar

A internação domiciliar costuma ser indicada para pacientes que necessitam de acompanhamento, mas apresentam a possibilidade de ficar em casa. Portadores de sequelas de AVC, por exemplo, geralmente têm limitações que demandam atenção, mas não fazem parte dos perfis para internação.

Assim, eles continuam vivendo em seus lares com suas famílias, mas são cadastrados em uma unidade hospitalar que envia médicos, enfermeiros e outros profissionais até a casa do paciente para cuidar de sua saúde em domicílio.

A quantidade de vezes que ele será visitado, bem como os profissionais designados para cada um, vão depender do grau de comprometimento de sua saúde e de suas necessidades.

O atendimento ambulatorial

Para pacientes capazes de se locomover e que tenham um pouco mais de autonomia, é ofertado o atendimento ambulatorial. Assim, os pacientes contam com atendimento médico regular para observar a evolução do quadro e prescrição de medicamentos que possam criar conforto nessa etapa da vida.

Veja como se especializar na área dos cuidados paliativos

A formação em cuidados prolongados geralmente é feita por meio de treinamentos, cursos e especializações. Cada profissional envolvido deve buscar dentro da sua área a abordagem correta. O responsável médico oferece as diretrizes de conduta e protocolos para facilitar os processos e evitar ruídos.

Existem vários tipos de cuidados paliativos. Entretanto, a característica mais marcante desse tipo de tratamento é que o paciente e sua família são assistidos de maneira global por todos os profissionais da unidade. Por isso, há acesso a psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas, assim como médicos e assistentes sociais para auxiliar na obtenção de benefícios, por exemplo.

E você? O que pensa dessa abordagem tão importante? Curta a nossa página no Facebook e compartilhe conosco suas experiências.

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