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Saiba quais os sintomas da desidratação e como evitá-la no verão

Por |2019-12-26T10:48:39-03:0030/01/2018|Cuidados com a saúde, Prevenção|0 Comentários

É absolutamente normal eliminarmos água e sais minerais através da pele quando transpiramos. No entanto, com a chegada do verão e dos dias mais quentes, a perda excessiva de líquidos pode levar a um quadro grave em que o organismo deixa de funcionar corretamente. Por isso, conhecer os sintomas da desidratação é essencial para evitar maiores complicações.

Acompanhe nosso post para saber mais sobre a desidratação, conhecer seus sinais e descobrir como evitar essa doença. Boa leitura!

O que é a desidratação?

No calor, é preciso ficar atento à saúde da família toda. Afinal, a desidratação é uma doença que atinge, principalmente, crianças e idosos. O problema é causado quando a perda de líquidos é maior do que a sua reposição. Com isso, o volume de fluidos corporais diminui e o organismo deixa de executar suas funções adequadamente.

Além da transpiração excessiva, comum nos dias mais quentes, a desidratação pode ter diversas outras causas:

  • vômitos e diarreia;
  • febre;
  • diabetes (pela produção excessiva de urina);
  • queimaduras;
  • exercício físico intenso.

 

Quais são os sintomas da desidratação?

A desidratação pode ser classificada em três níveis e cada um apresenta sinais característicos. Vamos conhecê-los!

Desidratação leve

Quando o corpo perde até 2% de seu peso corporal em água, temos um quadro de desidratação leve. Além de sede, veja outros sintomas que podem aparecer nesse estágio:

  • urina escura, devido à menor liberação de água para a bexiga pelos rins;
  • temperatura corporal elevada;
  • tontura;
  • cansaço e sonolência.

Desidratação mediana

Quando a perda de água chega a 5% do peso corporal, a regulação de temperatura pelo suor deixa de acontecer. Esse quadro pode levar ao superaquecimento do organismo, além de outros sinais:

  • taquicardia;
  • dor de cabeça;
  • letargia (estado de inconsciência);
  • pele seca.

Desidratação grave

Se a perda de água for superior a 10% do peso corporal, a pessoa corre sérios riscos de morte. Os líquidos eliminados também carregam as partículas eletricamente carregadas necessárias para a transmissão dos comandos do cérebro para o restante do corpo. Com isso, vários sintomas aparecem:

  • convulsões;
  • queda acentuada da pressão arterial;
  • perda da consciência;
  • insuficiência renal;
  • ataque cardíaco.

Nesse estágio, a reidratação deve ser lenta e gradual, uma vez que ingerir uma grande quantidade de líquidos induzirá vômito (agravando o problema).

Veja também: Sintomas da insolação

Como evitar a desidratação?

Quando a desidratação não é grave, ela pode ser tratada em casa por meio da reposição de líquidos e sais minerais. Já os casos mais severos precisam de hospitalização para restauração intravenosa do volume sanguíneo.

Para evitar a desidratação, podemos tomar alguns cuidados:

  • beber muita água;
  • ingerir alimentos ricos em água, como melancia, laranja e pepino;
  • usar roupas leves;
  • evitar lugares abafados;
  • praticar exercícios físicos em locais arejados;
  • atacar a causa de vômitos, diarreias ou febre.

Assim, especialmente no verão, tenha sempre por perto uma garrafinha com água. Afinal, a sede já é um dos sintomas da desidratação. Além de prevenir complicações graves, hidratar o corpo adequadamente melhora seu humor, combate a fadiga e deixa a pele ainda mais bonita.

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