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Você sabe como identificar sinais de demência em idosos?

Por |2019-12-19T14:38:27-03:0009/04/2019|Cuidados com a saúde, Terceira Idade|0 Comentários

Sinais de demência ou apenas consequências naturais do envelhecimento? Essa é uma dúvida bastante comum entre as pessoas que convivem ou cuidam de idosos. Afinal, quando é normal ou não a perda de memória, as dificuldades de comunicação, as limitações motoras, entre outros sintomas?

Na verdade, toda alteração no comportamento habitual do idoso precisa ser levada em consideração. É primordial saber que há uma diferença entre o envelhecimento e a demência — condição que, quanto antes identificada, melhor. Para tirar suas dúvidas e entender mais sobre o assunto, continue a leitura do post!

O que é demência?

O quadro de demência, embora não seja uma doença específica, caracteriza uma perda de função cerebral. Isso acarreta uma série de sintomas que afetam negativamente a qualidade de vida de uma pessoa, principalmente os idosos, pois trata-se de uma condição que acomete, geralmente, indivíduos de 65 anos ou mais.

A partir dessa idade os riscos de desenvolvê-la e sentir os seus sintomas se tornam maiores. Aqui, estamos falando de sinais que podem afetar tanto o lado cognitivo quanto o comportamento e até mesmo a personalidade da pessoa, como veremos ao longo do artigo.

Além disso, é importante destacar que a demência pode ser dividida em dois grupos: reversível e irreversível (ou degenerativa, que piora com o passar do tempo). O primeiro tipo corresponde àqueles quadros em que, apesar dos danos no cérebro, os sintomas podem ser tratados. Esses são os casos dos tumores cerebrais, deficiência de vitamina B12, entre outros.

Já um exemplo clássico de demência degenerativa é a doença de Alzheimer. Nesse caso, os danos causados ao cérebro, infelizmente, não podem ser revertidos ou interrompidos.

Quais são os sinais de demência mais comuns em idosos?

Entre os sintomas mais comuns, podemos listar os seguintes:

  • perda de memória: o idoso passa a se esquecer de coisas que, antes, recordava com facilidade;
  • mudanças negativas no comportamento: em alguns casos, o idoso pode apresentar um comportamento mais desinibido e impulsivo;
  • prostração: o paciente pode perder o interesse pelo que ocorre em sua volta, não identificando as emoções daqueles que o cercam e, consequentemente, não reagindo a elas;
  • dificuldades de comunicação: é comum que o idoso com demência sinta dificuldades para falar ou entender uma mensagem;
  • disfunções motoras: pode haver o comprometimento das funções que controlam tarefas visuo-espaciais, do controle do equilíbrio e da área responsável por planejar e executar os movimentos. Isso comumente acaba causando quedas e acidentes.

O que deve ser feito caso esses sintomas sejam identificados?

Ao perceber quaisquer sinais de demência, o recomendado é que um médico seja procurado o mais rápido possível, pois algumas condições médicas tratáveis podem causar alguns desses sintomas, sendo importante que um especialista avalie o idoso e faça o diagnóstico correto. Entre as especialidades que podem diagnosticar a demência em idosos, estão:

  • geriatria;
  • neurologia;
  • clínica médica.

Como foi possível perceber, os sinais de demência vão muito além de um quadro de perda de memória. É claro que existem algumas doenças mais associadas à condição, como a de Alzheimer, contudo, somente um médico saberá avaliar todos os sintomas e fazer um diagnóstico preciso, priorizando a qualidade de vida do idoso.

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