7 coisas que você precisa saber sobre pressão alta na gestação
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7 coisas que você precisa saber sobre pressão alta na gestação

A pressão alta na gestação é um problema que afeta muitas mulheres, das mais variadas idades, trazendo muitas preocupações e inseguranças para todos na família. Pensando nisso, elaboramos este artigo com 7 coisas que você precisa saber sobre pressão alta na gestação. Acompanhe e boa leitura!

1. É normal a alteração de pressão durante a gestação

É normal que a pressão arterial passe por alterações durante a gestação.  Geralmente, ela sofre uma pequena queda no primeiro trimestre, que se acentua no segundo trimestre, voltando aos normal no terceiro e subindo ligeiramente conforme a data do parto se aproxima. Assim, se a gestante tiver a pressão alta, principalmente depois das 20 semanas de gestação, deve consultar imediatamente o obstetra, pois isso poderá trazer complicações.

Veja também: Cuidados no pós-parto: quais são essenciais?

2. Quando podemos dizer que a gestante está com hipertensão?

Os parâmetros de pressão alta na gravidez são os mesmos de quando não há gravidez, ou seja, 14 por 9 já é considerada uma pressão alta. Porém, foi estabelecido que, durante a gestação, qualquer aumento acima de 300 mmHg  na pressão sistólica, que é a máxima, e acima de 150 mmHg na diastólica, que é a mínima, significa que a gestante está com hipertensão e deverá ser acompanhada de perto pelo seu médico obstetra.

3. Principais sintomas da pressão alta na gestação 

Os principais sintomas da pressão alta durante a gestação são:

  • inchaço nos pés e nas pernas e, em casos mais graves, também nos braços, mãos e na face; 
  • presença de espuma na urina;
  • dor de cabeça;
  • dor de estômago;
  • convulsão;
  • dores abdominais; e
  • vista embaralhada.

4. Como deve ser tratada a hipertensão na gravidez?

O tratamento da pressão alta na gravidez deve ser feito com repouso, medicamentos, dieta leve, equilibrada e com pouco sal. Deve-se evitar ainda alimentos industrializados, embutidos e o consumo de mais de uma xícara de café por dia. Exercícios leves também podem ser recomendados pelo médico. Atividades como caminhada, ioga ou hidroginástica, de duas a três vezes por semana, são atividades perfeitas para as gestantes. 

A medicação deve ser mantida durante os nove meses, com acompanhamento e ajustes da dosagem feito pelo obstetra. Já em casos mais graves, que podem acabar evoluindo para eclâmpsia, com risco de morte para a mulher e o filho, o médico pode optar pela antecipação do parto.

5. Mulheres sujeitas a desenvolver pressão alta na gestação

A ocorrência de pressão alta na gestação é mais comum nas mulheres que estão esperando o primeiro filho. Gestantes que se encontram nos dois extremos reprodutivos da vida, abaixo dos 18 anos e acima dos 35 anos de idade, também devem ser observadas de perto, pois têm maiores chances de desenvolver pressão alta na gestação.

Mulheres com sobrepeso antes de engravidar e as que ganham muito peso durante a gravidez também são consideradas pacientes de risco. Outro agravante é a ocorrência de casos de pré-eclâmpsia na família. Isso aumenta em três vezes a probabilidade do problema repetir-se em parentes até o segundo grau. 

6. Consequências da pressão alta na gestação

A hipertensão pode causar o amadurecimento acelerado da placenta e diminuição da nutrição do feto. Com isso, acaba acontecendo a redução do crescimento do bebê e o deslocamento da placenta nas fases finais da gravidez, trazendo risco de morte à criança.

7. A importância de monitorar a pressão durante a gravidez

Como se vê, a pressão alta na gestação pode se tornar um problema sério se não for tratada de forma adequada. Por isso, além de seguir à risca todas as orientações do médico obstetra, é importante que a gestante faça o monitoramento constante de sua pressão. Isso impede que ela seja pega desprevenida e permite que se possa tomar providências caso a pressão comece a subir. 

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