4 coisas que você precisa saber sobre a especialização em ortopedia
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4 coisas que você precisa saber sobre a especialização em ortopedia

Por |2019-09-24T13:46:46+00:0014/05/2019|Formação, Profissionais da Saúde|0 comentários

Se você está estudando medicina, temos uma dica: a especialização em ortopedia é uma das mais procuradas no mercado de trabalho, além de ser valorizada financeiramente. Essa área se relaciona à saúde de ossos, tendões, músculos, ligamentos e articulações.

Por esse motivo, o profissional especialista pode atuar em clínicas de reabilitação muscular, no meio esportivo, na pediatria direcionada etc. A profissão á muito versátil e tem um ótimo reconhecimento. Por isso, acompanhe este texto e descubra 4 coisas sobre a especialização!

1. Como se especializar em ortopedia?

Você precisa concluir um curso de medicina reconhecido pelo MEC. Após a graduação, o estudante recebe seu diploma de clínico geral e obtém o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). Depois, é possível se inscrever em um programa de especialização em ortopedia.

O objetivo é obter o Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia (TEOT). Para isso, o médico passa por um curso teórico — pós-graduação lato sensu, mestrado ou doutorado —, além de um programa de residência especializada em ortopedia e traumatologia com duração de aproximadamente três anos.

Depois da especialização, o aluno precisa prestar uma prova unificada e aplicada pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Ela é composta por perguntas de múltipla escolha, um debate oral com especialistas, um teste físico e de atitudes e, por último, um exame de habilidade cirúrgica.

 

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2. O que você vai estudar?

As aulas teóricas da especialização em ortopedia se referem a conhecimentos mais aprofundados sobre o aparelho locomotor humano e anatomia de modo geral. Entre as disciplinas, algumas das mais frequentes são:

  • reumatologia;
  • fisiopatologias;
  • princípios de amputações;
  • tumores ósseos;
  • reabilitação desportiva;
  • lesões no sistema nervoso;
  • regeneração e reparação músculo-esquelética etc.

Além das aulas teóricas, o interessado em uma especialização em ortopedia deve realizar a residência para desenvolver atividades práticas que possibilitem o exercício da carreira. Nesse momento, haverá vivência em:

  • prontos-socorros;
  • centros cirúrgicos;
  • ambulatórios;
  • clínicas de reabilitação funcional;
  • oficinas de próteses e órteses.

Veja também: Especialização em Psiquiatria: quando fazer e quais os benefícios.

3. Como é o dia a dia do ortopedista?

Na atuação profissional, o médico ortopedista atende consultas para diagnósticos clínicos, solicita exames específicos e elabora os tratamentos adequados para o problema encontrado. O especialista pode ter uma clínica própria ou atuar nos ambientes vivenciados durante a residência.

Também é possível atuar em segmentos ainda mais especializados, como a área pediátrica, a desportiva e a geriátrica. Há, ainda, a possibilidade de trabalhar no serviço público brasileiro, por meio de concursos para o Sistema Único de Saúde (SUS) ou o Programa Mais Médicos.

4. Qual é a faixa salarial de um especialista?

O piso salarial do médico ortopedista é determinado pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e foi fixado em pouco mais de R$ 14 mil no ano de 2018. O reajuste ocorre anualmente e se refere a uma jornada de trabalho de 20 horas semanais. De acordo com a pesquisa online da Catho, a média salarial no Brasil é de R$ 15,3 mil.

Agora você já sabe como realizar a especialização em ortopedia, o que você vai estudar, como é o dia a dia do profissional e, ainda, a média salarial no Brasil. Essa é certamente uma das áreas médicas com mais possibilidade de inserção no mercado e ideal para quem se interessa pelo sistema locomotor.

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